Muitas vezes não se deve preocupar-se demasiadamente com o que as pessoas pensam, porque as vozes do mundo não transmitem a vontade de Deus, mas a vontade do mundo, e o mundo passa… (como afirmou João). Jesus não estava preocupado com a ofensa dos homens. Ele sabia que mesmo sendo chamado de ‘agitador de multidões’, de alguém que tira a paz do mundo com suas palavras, os resultados seriam de vida àqueles que amassem a Verdade. A Bíblia é como um espelho espiritual (disso falou Tiago), e ela inevitavelmente mostrará o pecado, a imperfeição do homem, e o fará de maneira firme, não massageando o ego. Quando isso acontece, o homem descobre que tipo de enfermidade tem, e tal fato também provará que tipo de papel a Igreja tem exercido, pois um ministério que não arranca as plantas que Deus não plantou não é ministério, mas uma farsa. Um pregador desta laia não pode trabalhar na vinha do Senhor. Imagine um médico que sempre se recusasse a fazer cirurgias, por receio do incômodo que traria a seus pacientes.. Este seria o mais inútil de todos os homens da criação! A igreja não deve temer bater de frente com o mundo, mas seu trabalho é puxar, arrancar cada erva daninha que insiste em impregnar o coração dos homens, ainda que isto provoque a ferida e a chaga.
Está escrito: Deus é quem faz a chaga, e Ele mesmo a liga; Ele fere, e as suas mãos curam. (Jó 5: 18)